quarta-feira, 8 de junho de 2011

Livro: A Filosofia da Miséria, de Proudhon

"A FILOSOFIA DA MISÉRIA, obra de Proudhon publicada em 1846, expondo sua visão econômica e social, baseadas no coletivismo. Mostra como os operários podem adquirir meios de produção recorrendo a uma série de reformas que melhorem o sistema capitalista sem destruí-lo. Na verdade, considera a propriedade privada e o livre comércio como instituições fundamentais. Essa obra foi criticada por Karl Marx em Miséria da filosofia (1847)."

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Livro: Do Princípio Federativo, de Proudhon

"Esse clássico de Pierre-Joseph Proudhon apresenta ao leitor um dos princípios basilares do pensamento libertário: o federalismo."

terça-feira, 7 de junho de 2011

Texto - Programa Anarquista - Malatesta

PROGRAMA ANARQUISTA

1903
            O texto que segue foi publicado em 1903, sob o título Nosso Programa, por um grupo italiano dos Estados Unidos. Em 1920, ele foi inteiramente aceito pelo congresso da Unione Anarchica Italiana de 1 a 4 de julho. O primeiro parágrafo não aparece em 1920 e os subtítulos são, ao contrário, dessa época.
 
            Nada temos a dizer de novo. A propaganda não é, e não pode ser, senão a repetição contínua, incansável, dos princípios que devem nos servir de guia na conduta que devemos seguir nas diferentes circunstâncias da vida.
            Repetiremos, portanto, com termos mais ou menos diferentes, mas no fundo constantes, nosso velho programa socialista-anarquista-revolucionário.
            O programa da União Anarquista Italiana é o programa anarquista-comunista revolucionário. Há meio século ele foi proposto na Itália, no seio da Internacional, sob o nome de programa socialista. Mais tarde, tomou o nome de socialista-anarquista, como reação contra a degenerescência, autoritária e parlamentar, crescente do movimento socialista. Em seguida, finalmente, denominaram-no anarquista.

Por que não sou: Capitalista

" O verdadeiro fundador da sociedade civil foi o primeiro que, tendo cercado um terreno, lembrou-se de dizer isto é meu e encontrou pessoas suficientemente simples para acreditá-lo. Quantos crimes, guerras, assassínios, misérias e horrores não pouparia ao gênero humano aquele que[...] tivesse gritado a seus semelhantes: `Defendei-vos de ouvir esse impostor, estareis perdidos se esquecerdes que os frutos são de todos e que a terra não pertence a ninguém!´ "
-J.J Rousseau



domingo, 5 de junho de 2011

Música: Ideologia, Cazuza


"Meus heróis morreram de overdose, meus inimigos estão no poder"

Livro: O Que é a Propriedade?, de Proudhon

 A Propriedade é um roubo!

"O que é a propriedade?' ou Pesquisa sobre o Princípio do Direito e do Governo (em frances Qu'est-ce que la propriété? ou Recherche sur le principe du Droit et du Gouvernment) é uma influente obra de não-ficção sobre o conceito de propriedade e sua relação com a filosofia anarquista escrito pelo anarquista e mutualista francês, Pierre-Joseph Proudhon e publicado em 1840."

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Por que não sou: Teocrata Direto




"Esta contradição é a seguinte: eles querem Deus e querem a humanidade. Obstinam-se em colocar juntos dois termos que, uma vez separados, só podem se reencontrar para se entredestruir. Eles dizem de uma só vez: Deus é a liberdade do homem, Deus é a dignidade, a justiça, a igualdade, a fraternidade, a prosperidade dos homens, sem se preocupar com a lógica fatal, em virtude da qual, se Deus existe, ele é necessariamente o senhor eterno, supremo, absoluto, e se este senhor existe, o homem é escravo; se ele é escravo, não há justiça, nem igualdade, nem fraternidade, nem prosperidade possível. De nada adiantará, contrariamente ao bom senso e a todas as experiências da história, eles representarem seu Deus animado do mais doce amor pela liberdade humana: um senhor, por mais que ele faça e por mais liberal que queira se mostrar, jamais deixa de ser, por isso, um senhor. Sua existência implica necessariamente a escravidão de tudo o que se encontra debaixo dele. Assim, se Deus existisse, só haveria para ele um único meio de servir à liberdade humana; seria o de cessar de existir."
  
-Deus e o Estado, de Bakunin.